Cura

Nova turma de Reiki nível I

Está aberta mais uma turma para iniciação em terapeuta Reiki nível I pelo Projeto Luz do site Reikibr.

As inscrições vão de 15 a 31 de julho de 2023, e a iniciação em 15 de agosto de 2023.

O Projeto Luz atua há mais de 20 anos formando reikianos on-line e gratuitamente. Para aqueles que possuem interesse em se tornarem iniciados na prática milenar, podem acessar o site e conhecer todas as informações necessárias.

É importante ressaltar que o projeto não visa formar profissionais, mas sim curadores. Portanto, se seu objetivo é atuar profissionalmente, será necessário buscar outras alternativas.

Orientações:

É necessário ler com atenção o conteúdo dessa página para saber como operamos, e depois explorar o site para conhecer tudo o que oferecemos. É preciso fazer um teste sobre as regras, para receber os dados de acesso ao nível 1.

Para isso, estudem as seguintes páginas:

Regras: http://moodle.reikibr.org/projetoluz/index.php/projeto-luz/ - todos os seus sub foles, especialmente:
Calendário: http://moodle.reikibr.org/projetoluz/index.php/projeto-luz/calendario-de-cursos/

Tutoriais: http://moodle.reikibr.org/projetoluz/index.php/tutoriais/
Todos os cursos, do nível 1 ao mestrado, são gratuitos, mas é necessário estudo e comprometimento.

As dúvidas que não forem solucionadas pela leitura dos foles acima podem ser postadas no fórum principal, ou pelos grupos:

No Telegram: https://t.me/+o_aihvnPs9Q3ZmQx

No WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/BttKt3a4Jln41WwUCnDuTL

Esse curso é para pessoas que buscam a auto-cura e também têm vontade de ajudar outras pessoas e o planeta através de seu trabalho amoroso. O Reiki mudou a minha vida, e se você levar a sério, se aprofundar e se dedicar, também mudará a sua.

Aproveite essa incrível oportunidade de se conectar com a Fonte de amor universal e se tornar um canal de cura.

Com amor,

Denise da Árvore

Envelhecer não é sinônimo de adoecer

Envelhecer não é sinônimo de adoecer.
Envelhecer é sinônimo de evoluir. Nascer, crescer, envelhecer e morrer fazem parte de um ciclo evolutivo. Pois a matéria está em constante evolução, enquanto o Ser está em expansão.

Evolução é diferente de expansão. A matéria evolui, e evoluir também pode ser um processo de decadência. Até mesmo um paciente num hospital, em estado terminal, quando vai a óbito, tem seu status associado a uma evolução. Evolução é, portanto, movimento, seja ele ascendente ou descendente.

Porém, o envelhecimento, quando alcançado, é a evolução da vida física. Se você envelhece, está evoluindo de acordo com a programação padrão do inconsciente coletivo e do sistema local dessa realidade manifestada. E embora essa programação possa ser modificada individualmente, ainda é predominante na mente dos integrantes desse sistema.

Mas envelhecer não significa adoecer. Adoecer não é uma característica do envelhecimento. O ser humano não adoece porque está envelhecendo. Embora, muitas vezes, a doença acelere o envelhecimento.

A atual sociedade atribui determinadas doenças ao avanço da idade, e isso tem se tornado uma cruel justificativa para não se compreender a raiz da questão, mantendo, assim, o estado alterado como naturalmente aceitável.

E essa aceitação tem levado as pessoas a um conformismo desnecessário, que mantém baixa a qualidade de vida e leva a uma visão preconceituosa do envelhecimento.

O que acontece na realidade vibracional, é que as doenças são resultados de desequilíbrios no campo energético. Tais desequilíbrios são causados por acúmulos de emoções, que causam bloqueios nos canais de distribuição de energia vital, a qual, não sendo entregue ao seu destino, deixa de alimentar determinadas partes dos corpos sutis, que se refletem no corpo físico. Com essa ausência de energia vital, há um adoecimento.

Por tratar-se de uma questão energética, todos esses estados podem ser revertidos, bastando para isso que se desbloqueie os nós, transformando a emoção negativa das memórias que as causaram. E dessa forma, liberando a energia para chegar ao seu destino e fazer seu trabalho sozinha.

Então, o que acontece é que, quanto mais vivemos, mais acumulamos experiências, que geram memórias com emoções discordantes do fluxo do bem estar. Como não somos ensinados a desbloquear os nós no campo energético, quanto mais evoluímos em idade, mais tendência ao adoecimento temos.

Justamente por esse acúmulo energético, quaisquer fatores externos que estejam alinhados com aquela frequência, tendem a se tornar elementos somatórios àqueles padrões. Isso pode incluir por exemplo ferimentos causados por acidentes, consequências de má alimentação causada por padrões mentais impostos por condicionamento externo, ausência de ou inadequada manutenção do corpo físico.

Ou seja, quando nosso corpo energético já está adoecido, os fatores externos colaboram para que ele continue assim.
Portanto, uma alimentação consciente, atividades físicas e outros hábitos saudáveis contribuem para fortalecer o corpo físico, minimizando assim os efeitos dos bloqueios energéticos.

Podemos dizer que hipoteticamente, um perfeito alinhamento emocional poderia sobrepor padrões e hábitos alimentares e físicos aparentemente insuficientes ou destrutivos.

Mas, apenas uma alimentação correta e perfeita manutenção do corpo físico com hábitos saudáveis e amorosos, não são suficientes para evitar manifestações de desequilíbrios causados por padrões emocionais e de pensamentos dissonantes.

É importante salientar que na atual configuração física, é muito raro um ser humano se manter vibracionalmente estável o tempo todo, a ponto de sobrepor as consequências de hábitos autodestrutivos.
Por isso, ainda por agora, tão importante quanto cuidar dos padrões de pensamentos e emocionais, é zelar pela boa manutenção do corpo físico.

Para isso, é determinante quebrar paradigmas, compreendendo também os reais interesses por trás das indústrias alimentícias e farmacêuticas. Pois o envelhecimento do corpo físico associado a adoecimento, além de tudo, é resultado de um padrão imposto, seja de forma mental ou mesmo material.

Ou seja, doenças que são consideradas como próprias e inevitáveis do envelhecimento, nada mais são do que padrões oportunamente criados. E da mesma forma que foram criados, pela consciência podem ser modificados.

Cabe a cada um de nós fazer isso a partir da vontade. A vontade de se conectar com a verdade é o primeiro passo para uma nova realidade individual e coletiva, onde envelhecer não é sinônimo de decair ou sofrer, mas sim sinônimo de evoluir no campo material e expandir como Ser.

D.C.B via A.d.a

Autoria: Denise Bruno

Imagem: Denise Bruno

Material pertencente ao site www.arvoredoamor.com.br

Quando foi que você deixou de fazer o que ama?

A água e a gota de óleo.

É necessário dissociar memórias dolorosas das coisas que amamos. Caso contrário, perderemos aos poucos a alegria e viver, pois essas memórias irão sujar a vida, assim como uma gota de óleo suja um copo de água.

Por incrível que pareça, a água no copo é abundante, enquanto a gota de óleo é mínima. Mas uma vez que a tenhamos enxergado, a água parecerá suja para nós. Já não nos concentraremos na água abundante, mas na incômoda gota de óleo boiando nela.

Acontecimentos dolorosos criam memórias que permanecem associadas a coisas que amamos fazer e pessoas com quem gostamos de estar.

Você ama seu trabalho, sua família, seus amigos, seus hobbies e eles te alimentam a alma. Mas parece que eles se tornaram um fardo, e agora é um martírio continuar ali, pois sua água, antes fonte de vida, está comprometida. E então, você aos poucos vai deixando de beber a água que te mantém vivo.

A água é o que nos dá fonte de vida, e o óleo são as memórias dolorosas que são criadas no decorrer da nossa existência. Mas o óleo não se mistura à água. Nós podemos tirá-lo com uma colher e a água permanecerá limpa como antes.

Mas se não limparmos o óleo, no dia seguinte poderá surgir outra gota, e outra, até que o trabalho de retirá-lo fica ainda maior. Então vamos olhar para a água e só enxergaremos o óleo nos impedindo de matar a sede.

Por isso, todos os dias devemos limpar as memórias dolorosas, deixando a água limpa para continuar nos servindo de fonte de vida.

Limpar as memórias não significa apagá-las, mas sim tirar delas a carga emocional negativa sem ser necessário esquecer.

Existem muitas formas de limpar memórias dolorosas, que podemos adotar no nosso dia a dia. Técnicas de limpeza energética ou emocional, como por exemplo o EFT, Hooponopono, Prana, Reiki e tantas outras. Isso tudo além de um acompanhamento terapêutico, quando a situação está fora do nosso controle.

Faça o que for necessário, mas volte a beber da água que te dá vida. Volte a cantar, dançar, escrever, amar, criar ou o que mais te faz sentir vivo. Foi pra isso que você veio.

Ada.

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