Lei do magnetismo

O carma e o sistema de crenças

O que se conhece como carma tem mais a ver com o seu sistema de crenças do que com a lei da causa e efeito.

Porque pelo poder da mente, até mesmo os processos desencadeados pela lei da causa e efeito podem ser transmutados.

Mas a crença enraizada e inconsciente é como um rádio ligado num porão, emitindo uma vibração constante com efeito eletromagnético, e atraindo para si tudo o que lhe é semelhante.

A vibração ativa no agora é mais forte do que a ação realizada no passado. Porque o passado e a ação já não existem, embora tenham desdobrado reações e acontecimentos sequenciais naturalmente, mas o seu julgamento em relação ao que passou, ficou gravado no seu campo mental. E enquanto não for levado à consciência e reprogramado, continuará ativo trazendo para sua experiência o que você pode chamar de carma. Mas é apenas a sua própria criação.

_A.D.A_

Árvore do Amor

O princípio da criação

Dizem que quando olhamos para as estrelas no céu, estamos olhando para o passado, já que a maioria delas está a muitos anos-luz de distância. Enquanto sua luz ainda está sendo vista daqui, é possível que já tenham desaparecido há milhares de anos.

Ou seja, apesar de estarmos vendo realmente com nossos olhos físicos, a imagem é apenas uma ilusão. Uma projeção.

Da mesma forma, quando olhamos para a realidade manifestada, estamos olhando para o passado. A realidade manifestada é o estágio atual e avançado de um processo criativo que começou com um pensamento.

Assim como não podemos mudar a imagem do céu que se manifesta diante dos nossos olhos, também não podemos mudar a realidade já manifestada, exceto de forma muito limitada materialmente.

Mas com novos pensamentos podemos criar a próxima realidade que irá substituir essa, e aguardar até que a luz dessa nova realidade se manifeste diante do nosso campo de percepção material. A diferença é que a realidade pode se manifestar até mais rápido do que a luz das estrelas.

Esse é o princípio da criação.

ADA Árvore do Amor

Não se trata de merecimento

Não se trata de merecimento.
Se receber da vida o que precisamos ou desejamos fosse mediante mérito, adquirido por nosso esforço ou bondade, certamente muitos de nós estaríamos milionários, saudáveis e plenos.

Mas observe em toda a história conhecida da humanidade, quantos foram aqueles que se beneficiaram do próprio poder sobre os demais, sem amor, bondade ou o que consideramos merecimento, acumulando riquezas às custas do sofrimento de outros, e em muitos casos foram até glorificados. E isso não significa que o caminho do amor não seja ainda a melhor escolha.

Não há merecimento. Há apenas a predominância de um padrão vibracional criado e mantido por crenças, que os levou e manteve lá, de forma consciente ou não.
Imagine então, quantas coisas maravilhosas não fariam os seres humanos de consciência amorosa, se tivessem acesso a esses conhecimentos?

Quantos seres ascensos mais precisarão vir em forma humana para contar o que poucos estão dispostos a ouvir? Todas as verdades já foram ditas, em vários formatos e por vários mestres diferentes. E no entanto, a grande maioria continua tapando olhos e ouvidos. Pois saber exige coragem para o abandono de tudo o que se acreditava ser, e o comprometimento com a busca pela verdade.

Porque comer do fruto da árvore da verdade, a princípio faz parecer que você está sendo expulso do paraíso. Mas após o despertar, descobre que o aparente paraíso era a própria prisão disfarçada.

Lilith Ada

Série: Cartas de Lilith

Árvore do Amor

O foco cria mais do que já é

Enxergar os contrastes é uma parte importante da transformação. É quando percebemos o que não queremos, que podemos compreender o que queremos. A partir daí, o próximo passo é se entregar e vivenciar, ainda que inicialmente apenas de forma vibracional, o que queremos ver manifestado.

Porém, devido aos condicionamentos que nos foram impostos pelo sistema, permanecemos focados e paralisados diante daquilo que não queremos. E o foco cria ainda mais do que já é. Pessoas que estão se percebendo em transição e expansão de consciência têm em si um grande potencial e poder de criação. Só precisam usar o contraste como parâmetro, o ponto de partida para onde querem ir, ao invés de se aprisionar na dor de enxergar o que antes estava escondido.

Enquanto focamos na realidade manifestada, criaremos mais dela. É necessário se entregar ao novo. O sofrimento vem da resistência e negação de quem realmente somos. A mudança começa individualmente. O mundo irá refletir isso.

A.d.a - Árvore do Amor

Podemos mudar o que está fora de nós?

Nada do que existe está separado de nós. O que acontece fora é reflexo do que está dentro, da mesma forma que o que está fora, já manifestado, tem influência sobre nós, se assim permitirmos.

Por mais que estejamos atentos, conscientes do funcionamento universal, não estamos imunes à percepção do que acontece fora.
Isso porque a vida manifestada inclui as coletividades às quais pertencemos. E quanto mais envolvidos emocional e mentalmente com essas coletividades, mais elas nos influenciam de forma consciente e principalmente inconsciente.

A exemplo disso, basta que alguém dentro de casa adoeça gravemente, para que em pouco tempo todos os habitantes conectados por laços afetivos ou mentais, adoeçam também em algum nível, ainda que psicológico, até que aquela situação se modifique ou os membros se modifiquem individualmente.

Esse envolvimento fatalmente ocorrerá, a não ser que a nossa força interior esteja tão preenchida com a luz da consciência plena, que consigamos nos envolver numa bolha mental e vibracional, capaz de nos isolar e ainda emanar ao ambiente tal vibração. Isso está relacionado com o nosso estado de equilíbrio naquele momento.

Até mesmo almas mais elevadas em consciência não estão livres das oscilações vibracionais e polarizações momentâneas em algum grau.
Dessa forma, enquanto habitando este corpo físico, integramos o inconsciente coletivo de vários grupos: a família, o trabalho, o bairro, a cidade, o país, o planeta, e tantos outros possíveis.

Muitas vezes, somos absorvidos por eles e padecemos do caos ditado pela vibração predominante, a exemplo dos últimos acontecimentos a nível planetário. Outras vezes, conseguimos nos manter dentro do nosso padrão elevado e contribuímos para uma elevação deste coletivo e até mesmo a dissolução do caos.

O importante quando o caos coletivo nos envolve, é estarmos conscientes de que em algum momento algo irá mudar, já que os princípios universais garantem isso incondicionalmente. Mas enquanto a mudança não acontece, o que podemos fazer é aceitar que este coletivo é parte de nossa criação, e que ele tem algo a nos ensinar. Algo dentro de nós está vibrando tão forte, que o exterior não tem como não refletir isso.

Quando finalmente conseguimos vibrar diferente, o que está fora passa a refletir algo novo para a nossa percepção individual. O grande desafio é evitar dar poder àquilo que está manifestado fora, pois aquilo foi uma criação de estados de consciência anteriores a este. Ou seja, é apenas uma projeção.

Então, a grande pergunta é: podemos mudar o que está fora? A resposta é: enquanto houver a percepção de que existe um "fora", nada pode ser mudado. Nada é fora, nada é dentro, tudo é você.


Desafio deste tema:


Saber disso tudo não muda nada. O que muda é a real intenção de vivenciar uma transformação. Se você está preparado para isso, o próximo passo é descobrir COMO fazê-lo. Existem muitas formas.

Sugestão de atividade:


Pergunte todos ao seu Mestre Interior:

  • O que posso fazer para tornar o meu padrão vibracional mais forte que o padrão exterior?
  • O que eu posso fazer para modificar meu padrão vibracional, a fim de me libertar das influências dos padrões externos?
  • O que eu posso fazer para cessar as vibrações que me levam ao sofrimento?
  • Medite, busque, estude e aguarde as respostas.

Auxílio visual para compreensão do texto

Podemos mudar o que está fora de nós? 1
Podemos mudar o que está fora de nós? 2
Podemos mudar o que está fora de nós? 3
Podemos mudar o que está fora de nós? 4
Podemos mudar o que está fora de nós? 6
Podemos mudar o que está fora de nós? 6
Podemos mudar o que está fora de nós? 7
Podemos mudar o que está fora de nós? 8

Com amor,

Denise A.d.A


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