O que é

A árvore do amor é um símbolo adotado para representar um estado de consciência onde se pode acessar o campo das possibilidades infinitas.

Um estado onde a mente está em completo silêncio e a alma consegue manifestar a sua essência original. Um retorno ao ponto zero. É ali onde mora o Eu divino em contato direto com a Fonte criadora. E neste ponto, tudo se torna possível: as criações, as curas, as transformações. Ela é composta por três pilares: aceitação plena, amor pleno e gratidão plena.

A esse estado de consciência elevado, denominei Árvore do Amor. Este termo tem relação com algumas de minhas vivências no decorrer de minha vida, e não foi adotado por acaso, mas por ter sido apresentado à minha consciência de forma coerente durante o processo de materialização deste projeto, tendo sido plantado como uma sementinha em meu coração ainda na minha infância, quando fui apresentada a uma árvore real pelo meu avô e assim batizada por ele. O amor de que ela trata não é o amor emocional que manifestamos em nossas vivências humanas, mas aquele que é a própria manifestação divina, o amor consciência.

Através do conteúdo deste site, almejo compartilhar recursos e informações para se alcançar este estado e assim manifestar nessa existência humana, a própria expressão do Ser Divino, alcançando a paz interior e maior compreensão da vida. Algo muito próximo do termo: estar no mundo sem ser do mundo.

Objetivo

Viabilizar a cura através do amor e da expansão de consciência, oferecendo Orientação, Apoio e Tratamentos por frequência amorosa canalizada por técnicas próprias e adquiridas através de outras fontes confiáveis.

Este projeto foi criado para compartilhar as minhas experiências pessoais no processo de expansão de consciência enquanto um ser de natureza não apenas humana, mas também multidimensional. Minha mensagem destina-se a todos aqueles que estejam passando por esse processo e tenham alguma afinidade com o que compartilho.

Eu lanço mão de todas as ferramentas de que disponho para esse compartilhamento, através de transparência do que eu sou em todo o meu complexo universo particular, incluindo a arte, as terapias energéticas, os dons ancestrais do meu feminino sagrado.

A história da Árvore do Amor

O Sr. Francisco, meu avô paterno (in memoriam), foi o grande responsável por me apresentar a Árvore do Amor. Morávamos em casas separadas por seus corredores, um muro baixo e um portãozinho que servia de passagem entre ambos. Ele dizia que eu era o seu xodó. Mal percebia minha presença no corredor e de onde estivesse, gritava: “Deus abençoe, meu amor!”, e quando me avistava dizia mais uma vez, como se nunca o tivesse dito antes: “Como você está linda hoje!”. Não se envergonhava de dizer abertamente o que sentia e de repeti-lo quase todos os dias, incansavelmente. Mal sabia que me fazia um grande bem, não por tecer elogios, mas por enxergar e exaltar a luz que ele via em mim. A vida perto dele era uma festa. Aos finais de semana, colocava seus melhores discos de vinil na vitrolinha e nos convidava para dançar no meio da sala. Contava “causos”, piadas e ríamos juntos. E quando não estávamos fazendo nada disso, também permanecíamos em silêncio juntos.

Eventualmente me convidava, junto às demais netas para ir visitar a árvore do amor. Como ficava a cerca de 700 metros de casa, às vezes íamos caminhando, mas outras vezes, por se tratar de uma subida, ele pegava seu carrinho de mão e nos sentava uma atrás da outra, e nos carregava até o topo da rua. Parecia fazê-lo sem muito esforço, com sua natural força física proveniente de uma vida de trabalhos braçais como marceneiro e carpinteiro. Aquele homem simples, analfabeto, era um poeta de tamanha sabedoria, que foi capaz de transcender os limites da ignorância e tornar tudo ao nosso redor poesia e alegria.

No fim da rua atravessávamos a avenida e avistávamos um imenso terreno, caminhávamos alguns metros e nos deparávamos com uma grande árvore. Ao chegar lá, eu ficava um pouco decepcionada por encontrar apenas uma árvore comum. Em minha mente fértil, eu imaginava algo como muitas maçãs do amor ou doces pendurados, ou algo incomum e encantado. Mas ainda assim, todas as vezes que ele me convidava, eu novamente me empolgava e fazia o mesmo caminho com esperança de enxergar o que não tinha visto no passeio anterior. E aquilo era sempre uma festa, mesmo que nada demais acontecesse além de corrermos em volta dela e descansarmos um pouco para retornarmos para casa.

Na época, não me dei conta de que que aquela era uma das poucas árvores existentes ao redor de um terreno enorme conhecido como “lixão”, um aterro sanitário desativado, que por anos serviu de despejo do lixo urbano de toda a região. Lembro-me vagamente de uma área muito extensa, na qual podia-se ver apenas terra revirada, mato, lixo e alguns tubos que emitiam fogo dia e noite, proveniente do gás gerado pelas toneladas de material orgânico ali em decomposição.

Ouvi muitas vezes os moradores do bairro reclamando do mau cheiro, e me recordo de algumas histórias impressionantes de casas próximas a este terreno que pegavam fogo do nada, fatos que atraíam repórteres e curiosos ao local, e enchiam nossas cabeças de idéias assustadoras. Hoje, no lugar daquele “lixão”, há uma extensa área verde, cheia de árvores como aquela que eu visitava e tornou-se o Parque Primavera. A recuperação daquela área demorou – e ainda irá demorar – décadas, pois a presença dos gases no subsolo poderia causar explosões em caso de obstrução com alvenaria.

É incrível como, diante de uma realidade tão triste, ainda que consciente do que estava acontecendo, eu não me abalava com a situação, porque para mim, aquele terreno abrigava um lugar mágico. Lá era onde ficava a “árvore do amor”.

Com esta história, eu aprendi que as coisas podem ser mudadas, porém, enquanto elas não mudam, nós podemos mudar o olhar sobre elas. Não posso deixar de ressaltar como exemplo a grandiosa participação de meu avô. Quando ele poderia me mostrar o caos que existia naquele lugar, simplesmente destacou a única coisa boa que havia ali, uma linda e enorme árvore à qual denominou “Árvore do Amor” e adornou com um ar de encantamento.

Os anos se passaram, meu avô se foi para outro plano, mas eu nunca esqueci a árvore do amor. Ela me traz lembranças de momentos em que eu me sentia segura, feliz e amada. Naquele lugar não havia dor, nem preocupações, nem tristeza, havia apenas a plenitude da existência.

Após décadas, consegui compreender que a árvore do amor não era aquela árvore que eu conseguia enxergar com meus olhos físicos. Ela era a construção de um espaço que existia através da presença amorosa do meu avô. Não era aquela grande árvore que víamos, tocávamos e sentíamos exalar o suave perfume de eucalipto. Era o que o meu avô, através de seu amor abundante, sua aceitação plena de quem éramos, e sua alegria de viver nos fazia sentir.

A aceitação, o amor e a gratidão. Esse era um espaço dimensional fora da realidade física, que nos revelava aquilo que realmente éramos: seres plenos e completos.

A árvore do amor original ainda se encontra naquele lugar, no bairro onde passei a maior parte da minha vida, na zona leste de São Paulo. Eu já não posso identificá-la entre todas as outras centenas de árvores que agora existem ao seu redor. Mas agora eu descobri que não preciso ir até lá para acessá-la, porque ela não é um lugar, mas um estado de consciência.

Qualquer um de nós pode visitá-la.

O reencontro com a árvore do amor

Numa sessão de leitura de aura, a querida terapeuta Ramona Oliveira seguia com a análise dos meus chakras. Como se não bastasse toda a emoção daquela incrível leitura que me levou a alcançar altos níveis de consciência, quando chegou ao chakra cardíaco, ela descreveu que via saindo do meu peito uma imensa árvore com galhos generosos, repleto de frutos dos quais jorravam cascatas de amor de forma abundante. Conforme ela descrevia, eu sentia que estava retornando para um lugar que eu já conhecia e me emocionei profundamente. Depois de muito tempo, o que eu estava sentindo era o mesmo que eu sentia quando visitava a árvore do amor com meu avô. Na hora eu não me dei conta, mas com o passar dos dias e o processo de cura, aquela imagem foi tomando forma e passou a se manifestar em minha consciência.

Foi aí que eu a reencontrei. Ela sempre esteve ali, dentro de mim, mas eu não conseguia enxergá-la, porque estava adormecida junto com a minha criança interior.

Só que dessa vez, eu não a perderia mais. Porque quando o meu avô me chamava para visitar a árvore do amor, ele estava plantando aquela semente no meu coração. E essa semente geminou, criou raízes, cresceu e chegou a um ponto em que não cabia mais escondida no meu peito sem ser percebida. Eu precisava abrir passagem para ela se expandir e jorrar todo o amor que ficou retido. O amor consciência que está muito além da compreensão mental.

A minha missão

Definitivamente, a árvore do amor permeou a minha existência desde a minha infância, e veio se revelar como parte de mim. Diante disso tudo, e após profunda reflexão e mergulho na minha própria alma, compreendi que a minha missão é disponibilizar tudo o que eu sou e as ferramentas que recebi de presente para expandir cada vez mais a minha consciência, ser um canal para distribuir esse amor universal e assim contribuir com a expansão da própria humanidade. E tudo isso, a partir da minha própria plenitude, alegria e realização individual. Quando eu expando, todo o universo se expande também.

Convite

Se você chegou até este site, pacientemente leu a história que contei, e está em busca de uma maior compreensão da vida, apoio para seguir seu caminho de autoconhecimento, do despertar e expansão da consciência, eu te convido para visitar a árvore do amor. Ela será o meio pelo qual eu transmitirei aquilo que tenho aprendido. E para isso, você não precisa sair fisicamente de onde está.

A princípio, parece difícil de compreender como isso ocorrerá, mas se houver um real interesse, uma real sede de experienciar a sensação de liberdade e conhecimento, cada texto, cada publicação trará um pouco dessa descoberta. Não há um botão, uma passagem secreta, há apenas a consciência ou a ausência dela.

Somente o amor é capaz de modificar todas as coisas, porque o amor é tudo o que existe.

Seja muito bem vind(x)!


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