árvore do amor

Uma chave de transformação da vida

Uma das maiores chaves de transformação de vida é descobrir seus dons, talentos, atividades entusiasmantes, e se dedicar a elas tanto quanto possível no seu dia a dia.

Essas atividades não precisam estar relacionadas a obtenção de renda, embora possam vir a trazer prosperidade em algum momento. Elas também não devem estar relacionadas a um tipo de fuga da realidade ou prazer compensatório como compulsões e vícios ou alienação.

Seus talentos e entusiasmos são uma das mais profundas conexões com a Fonte. São programações que você fez para encontrar facilmente seu caminho de volta para casa.

Enquanto estiver praticando atividades inspiradas, o canal de comunicação com a Fonte de Vida se abre, e você recebe com abundância energia vital, informações e inspirações de que necessita para sua vida em geral.

Faça dentro do possível o que você ama, o que te alegra, te inspira, e estará cumprindo sua missão de alma. Mesmo que as grandes demandas pela sobrevivência tomem a maior parte do seu tempo, lembre-se de quem você É.

Um minuto de entusiasmo por dia é capaz de movimentar uma gama de novas possibilidades e abrir as portas para uma vida mais plena.

Ninguém nasce para sofrer. Cada um tem um papel fundamental no mecanismo universal, e a forma mais eficiente de exercê-lo, colaborando com o plano de expansão do Todo, é através da autorrealização.

a.d.a

Árvore do Amor

Você não precisa de motivação

Se alguém te disser: "Você precisa se desafiar", "Você precisa fazer esse sacrifício para provar a si mesmo que é bom", "Você precisa trabalhar enquanto eles dormem", cuidado.
Se alguém te disser isso, está falando de um ponto de vista contrário ao amor e à sabedoria Suprema.
Esse tipo de sugestão coloca você como seu próprio agressor.

Antes de tudo, você precisa se conectar com a Fonte amorosa e se recordar do seu real valor. Não há nada a provar a si mesmo nem aos outros. Não há nenhum sacrifício do corpo físico ou desrespeito dos próprios limites que te traga recompensas de alta vibração. No máximo, trarão sensações temporárias de entusiasmo e compensação momentânea, mas depois, tudo voltará ao ponto inicial, e você sentirá necessidade de buscar mais formas de se provar.

Somente a consciência amorosa sobre quem é você basta. Não coloque seu valor nas mãos de falsos mestres e de seus desafios. Eles não amam a si próprios, como poderiam te ensinar sobre o que é ser um vencedor?

Cuidado com os líderes motivacionais e seus conselhos de sucesso. Você não precisa de motivação, você precisa aprender a viver de acordo com a inspiração do seu mestre interior.

Você precisa saber quem você é e honrar os anseios de sua alma, escolhendo e agindo de acordo com sua essência, suas inspirações, seus amores, do que faz seu peito expandir.
Não há vitória na auto violência.
Lembre-se de Quem você É e viva a partir disso.

_A.D.A_

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A bússola interior

Somos dotados de um sistema de orientação perfeito, capaz de nos guiar pelo caminho que leva ao campo das possibilidades infinitas e à realização plena da alma. A nossa bússola interior.

Esse sistema são as nossas emoções e sentimentos. Eles nunca deveriam ser ignorados, pois somente através de sua precisa orientação, é possível caminhar por estradas ocultas à nossa mente, que é condicionada a seguir por caminhos que já conhece.
Somente ao caminhar, o caminho se revela. Mas caminhar no escuro requer confiança no nosso sistema de orientação.

Mas como interpretar o nosso sistema de orientação interior?
Assim como a bússola só aponta para o norte, também nossa bússola interior aponta o tempo todo para um único polo, o positivo. A polaridade do bem estar, da sensação de paz, alegria, paixão, entusiasmo... Aquilo que faz os olhos brilharem, o coração acelerar, que inspira uma vontade de agir.
É essa inspiração para agir que é o sinal de que estamos na direção que nossa alma indicou.

Um dos maiores exemplos de como seguir nossa bússola interior é o comportamento das crianças. Elas ainda não perderam a habilidade de seguir seu sistema de orientação.

Na mitologia cristã há um evento em que os discípulos de Jesus repreendem e afastam dele algumas crianças que tentavam se aproximar, e ele diz: "Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas’”.

Esse evento tem sido interpretado sob vários aspectos no decorrer dos séculos, mas o seu real sentido permaneceu por muitos incompreendido.

Quando Jesus fala do "Reino de Deus", não está falando de um lugar pós morte, nem um lugar inalcançável ou acessível somente mediante quitação de dívidas. Ele está falando simbolicamente de um estado vibracional e de consciência tão elevado, que pode ser acessado agora mesmo por qualquer pessoa que tenha compreendido o código.

Sob o ponto de vista vibracional, o reino dos céus, o paraíso interior é a plena conexão com o bem estar. Observe como as crianças seguem para onde aponta a sua bússola.
Elas encontram algo que lhes traga encantamento, curiosidade ou alegria, e ali colocam toda a sua atenção e energia. Permanecem ali até esgotar toda a sua possibilidade de sentir bem estar. Quando esse bem estar se esgota, elas rapidamente olham ao redor e buscam outra coisa que lhes mantenha em estado de plenitude.

Se sentem fome, comunicam sua necessidade. A tudo o que sentem, oferecem sua atenção plena e ação necessária para retornar ao estado de paz e empolgação.
E assim, as crianças estão conectadas com o paraíso, mesmo vivendo na materialidade. Elas trazem ainda a lembrança de como é serem plenas, pois antes de se lançarem na experiência física, elas já estavam mergulhadas na Fonte de plenitude e abundância. Todos nós estivemos.

É às crianças, e a quem é como elas que pertence o reino dos céus, o paraíso. Isso não é sobre merecimento, não é sobre pecados ou julgamentos, mas sim sobre escolher o céu, a plenitude, o bem estar, seguindo o sistema de orientação interior para identificar e realizar nossos propósitos de alma.

Enquanto vivermos na matéria, possivelmente teremos experiências que trarão sensações dolorosas, mas mesmo diante delas, temos a oportunidade de encontrar aprendizado e continuar olhando e reorientando os passos para onde a bússola aponta.

Mencionei Jesus, é porque trago a memória das minhas vivências da infância no catolicismo. Hoje eu já não me identifico com religiões. Minha religião é a Consciência. Mas gosto de ressaltar que mesmo dentro delas, em culturas diversas, muitos mestres repetem com palavras diferentes os mesmos ensinamentos. Se olharmos com os olhos da alma, conseguiremos ler nas suas mensagens o que não está escrito, ouvir o que não foi dito, ver o que não foi mostrado, porque para além das palavras, há uma mensagem que só pode ser lida com os olhos da consciência.

É hora de transcender. Ative seu sistema de orientação interior e busque a cada momento, nas pequenas coisas, quais delas te trazem empolgação, bem estar, encantamento, e se possível, se ocupe delas até esgotar as possibilidades, pois elas são sinais dos seus planos de alma.

Caso não seja possível se ocupar delas por causa das obrigações da vida material, mantenha sua mente alinhada com aquela ideia, com aquela sensação, até que possa colocar sua inspiração em ação. Vale até anotar tudo no primeiro momento possível, para que, nos momentos de desconexão, você possa consultar a orientação da sua alma, e retomar seu caminho de plenitude, mesmo que a princípio apenas mentalmente e vibracionalmente.

No decorrer do dia, nem sempre será possível fazer tudo o que a inspiração orienta, e temos uma tendência ao desânimo. Mas ainda assim, podemos escolher olhar para algo naquele ambiente ou situação que nos leve a um alívio, um pequeno bem estar, a fim de manter nossa conexão com o paraíso interior.

Mas lembre-se: o caminho a seguir é aquele que você vivencia o paraíso no agora, ou mesmo uma pequena conexão com ele dentro do possível. Situações, relacionamentos, ambientes onde já esgotamos toda possibilidade de bem estar, não são onde devemos ficar por muito tempo se estivermos comprometidos com nossos propósitos de alma.

É necessário seguir adiante. A bússola interior nunca aponta para o polo errado. Ouça os apelos do seu coração. O que te encanta, te inspira, alegra? Pergunte-se: o que estou sentindo em relação a isso? O que estou sentindo agora?

O mal estar não é ruim, ele só mostra que aquele caminho é diferente daquele para o qual a bússola interior está apontando. Todas as nossas emoções são importantes. Elas são mensageiras da nossa verdade interior. Emoções são instrumentos de sobrevivência e também de orientação para a vida plena. Mas sobreviver é muito pouco. Nós queremos viver com plenitude. E nós podemos.
O paraíso está ao alcance de todos no agora, porque só o agora existe.

A.D.A


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A consciência é uma escolha

Na atual configuração desta civilização humana, onde as informações são livremente transmitidas e acessadas, sejamos prudentes com nossas escolhas.

No campo que se refere à espiritualidade, torna-se ainda mais necessário saber discernir entre o verdadeiro e o falso. Isso porque a maioria de nós escolhe por afinidade de idéias, valores e sistema de crenças, e não por análise honesta e questionadora de fatos e informações.

Tendemos a crer como verdadeiras, afirmações e mensagens que confirmam algo em que já acreditamos, e assim, ignoramos ou refutamos informações que as contradizem.

Nossas escolhas sobre cada um dos assuntos são feitas, então, minuto a minuto, dia a dia, no decorrer de muitos anos, de forma que vamos nos embrenhando numa teia complexa de crenças que se auto-confirmam de acordo com aquilo que escolhemos acreditar. Teia forte o suficiente para nos manter presos em realidades paralelas às demais possibilidades e até mesmo longe da verdade.

Passamos a enxergar o mundo a partir daquela única perspectiva, e tendemos a julgar tudo e todos que não estejam de acordo com tal realidade interior.

Acreditamos estar exercendo o nosso livre arbítrio e vamos cada vez mais adentrando a profundeza da nossa própria realidade criada.

Estaria tudo perfeito se isso não gerasse possíveis consequências para nós mesmos, para a coletividade e o sistema planetário, dos quais somos parte inseparável.

Não vejamos isso com culpabilidade, mas sim como um convite para nos tornarmos conscientes de que somos integrantes de um Todo e temos responsabilidade sobre como exercemos nossa individualidade.
A consciência é uma escolha.

Com amor,

Denise via A.D.A

Envelhecer não é sinônimo de adoecer

Envelhecer não é sinônimo de adoecer.
Envelhecer é sinônimo de evoluir. Nascer, crescer, envelhecer e morrer fazem parte de um ciclo evolutivo. Pois a matéria está em constante evolução, enquanto o Ser está em expansão.

Evolução é diferente de expansão. A matéria evolui, e evoluir também pode ser um processo de decadência. Até mesmo um paciente num hospital, em estado terminal, quando vai a óbito, tem seu status associado a uma evolução. Evolução é, portanto, movimento, seja ele ascendente ou descendente.

Porém, o envelhecimento, quando alcançado, é a evolução da vida física. Se você envelhece, está evoluindo de acordo com a programação padrão do inconsciente coletivo e do sistema local dessa realidade manifestada. E embora essa programação possa ser modificada individualmente, ainda é predominante na mente dos integrantes desse sistema.

Mas envelhecer não significa adoecer. Adoecer não é uma característica do envelhecimento. O ser humano não adoece porque está envelhecendo. Embora, muitas vezes, a doença acelere o envelhecimento.

A atual sociedade atribui determinadas doenças ao avanço da idade, e isso tem se tornado uma cruel justificativa para não se compreender a raiz da questão, mantendo, assim, o estado alterado como naturalmente aceitável.

E essa aceitação tem levado as pessoas a um conformismo desnecessário, que mantém baixa a qualidade de vida e leva a uma visão preconceituosa do envelhecimento.

O que acontece na realidade vibracional, é que as doenças são resultados de desequilíbrios no campo energético. Tais desequilíbrios são causados por acúmulos de emoções, que causam bloqueios nos canais de distribuição de energia vital, a qual, não sendo entregue ao seu destino, deixa de alimentar determinadas partes dos corpos sutis, que se refletem no corpo físico. Com essa ausência de energia vital, há um adoecimento.

Por tratar-se de uma questão energética, todos esses estados podem ser revertidos, bastando para isso que se desbloqueie os nós, transformando a emoção negativa das memórias que as causaram. E dessa forma, liberando a energia para chegar ao seu destino e fazer seu trabalho sozinha.

Então, o que acontece é que, quanto mais vivemos, mais acumulamos experiências, que geram memórias com emoções discordantes do fluxo do bem estar. Como não somos ensinados a desbloquear os nós no campo energético, quanto mais evoluímos em idade, mais tendência ao adoecimento temos.

Justamente por esse acúmulo energético, quaisquer fatores externos que estejam alinhados com aquela frequência, tendem a se tornar elementos somatórios àqueles padrões. Isso pode incluir por exemplo ferimentos causados por acidentes, consequências de má alimentação causada por padrões mentais impostos por condicionamento externo, ausência de ou inadequada manutenção do corpo físico.

Ou seja, quando nosso corpo energético já está adoecido, os fatores externos colaboram para que ele continue assim.
Portanto, uma alimentação consciente, atividades físicas e outros hábitos saudáveis contribuem para fortalecer o corpo físico, minimizando assim os efeitos dos bloqueios energéticos.

Podemos dizer que hipoteticamente, um perfeito alinhamento emocional poderia sobrepor padrões e hábitos alimentares e físicos aparentemente insuficientes ou destrutivos.

Mas, apenas uma alimentação correta e perfeita manutenção do corpo físico com hábitos saudáveis e amorosos, não são suficientes para evitar manifestações de desequilíbrios causados por padrões emocionais e de pensamentos dissonantes.

É importante salientar que na atual configuração física, é muito raro um ser humano se manter vibracionalmente estável o tempo todo, a ponto de sobrepor as consequências de hábitos autodestrutivos.
Por isso, ainda por agora, tão importante quanto cuidar dos padrões de pensamentos e emocionais, é zelar pela boa manutenção do corpo físico.

Para isso, é determinante quebrar paradigmas, compreendendo também os reais interesses por trás das indústrias alimentícias e farmacêuticas. Pois o envelhecimento do corpo físico associado a adoecimento, além de tudo, é resultado de um padrão imposto, seja de forma mental ou mesmo material.

Ou seja, doenças que são consideradas como próprias e inevitáveis do envelhecimento, nada mais são do que padrões oportunamente criados. E da mesma forma que foram criados, pela consciência podem ser modificados.

Cabe a cada um de nós fazer isso a partir da vontade. A vontade de se conectar com a verdade é o primeiro passo para uma nova realidade individual e coletiva, onde envelhecer não é sinônimo de decair ou sofrer, mas sim sinônimo de evoluir no campo material e expandir como Ser.

D.C.B via A.d.a

Autoria: Denise Bruno

Imagem: Denise Bruno

Material pertencente ao site www.arvoredoamor.com.br

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