paz

Silenciando as redes sociais

De tempos em tempos, precisamos fechar os olhos para todas fontes de informação externas, até mesmo aquelas que consideramos de alta qualidade, para permitir que nossa alma possa nos falar o que realmente precisamos saber.

Excesso de conteúdos nos desgastam. Que tal reduzirmos o consumo de informação e também produzir conteúdos somente quando houver uma inspiração real?

Estamos todos cansados de conteúdos sem alma

Estamos todos cansados de conteúdos sem alma, despejados aos montes nos feeds por conta de uma corrida pelo ouro digital, que é a tal da audiência, métricas, reconhecimento e tudo mais que nos afasta de nós mesmos.

O que podemos fazer para nos preservar da interferência negativa das redes:

  • Sair das redes sociais ou reduzir o tempo de permanência (nas configurações há recursos para programar um alerta quando atingir o tempo que você definir)
  • Silenciar perfis que publicam em excesso
  • Silenciar perfis cujo conteúdo cause emoções negativas (pessoas que divulgam estatísticas, que criticam, se vitimizam, que divulgam notícias das mídias de massa (tv), política, qualquer coisa que nos cause desconforto, tristeza ou raiva.

Isso sem contar outras fontes de absorção de conteúdo externo. Nós somos parte daquilo que consumimos.

E depois disso, nos acolher no silêncio mental e emocional, permitindo que a Fonte nos traga a inspiração para seguir adiante com sabedoria e paz.

O direito de existir

Muitas vezes, a única coisa que precisamos fazer é silenciar a mente, os conceitos, as opiniões. E então, nesse estado de silêncio interno, pararmos para ouvir o que as pessoas têm a dizer. Não apenas as pessoas afins, mas principalmente aquelas cujo comportamento, escolha ou opinião considerávamos estarem contrárias às nossas.

Apenas olhar, ouvir, sentir, permitir que elas se expressem sem reação imediata ou necessidade de resposta. Permitir que as pessoas existam como realmente são. Entender suas dores, seus motivos.

Não precisamos concordar. Só precisamos dar espaço para as vozes que talvez por muito tempo foram impedidas de falar, seja por repressão, falta de interesse ou de oportunidade.

Todos temos o direito de existir e o fazemos como podemos. Mas para que essa existência seja plena, precisamos que alguém nos dê a oportunidade de ser exatamente como somos, num mundo que nos diz que nunca somos suficientemente bons.

Não julgar é criar um estado de paz tanto para quem fala quanto para quem ouve. Pelo menos por hoje, permita que alguém passe a existir. Não absorva nada, apenas aceite. Depois, despeça-se e retome sua rotina sabendo que fez com o silêncio pacífico e acolhedor, muito mais do que faria com a rejeição cega e reativa.

A paz é uma construção interna e consciente que reverbera para o mundo, frutifica e salva vidas. Pratiquemos.

D.C.B

Não julgar é criar um espaço de paz tanto para quem fala quanto para quem ouve.
Ilustração: Denise Bruno Studio

Guerra ou paz, uma escolha consciente

Eu conheço o meu potencial de despertar a paz. E também conheço o meu potencial de despertar a guerra.


Estar consciente faz com que eu escolha qual deles irei utilizar.


Estar inconsciente faz com que eu contribua com a guerra mesmo sem perceber.

Estar consciente é um ato voluntário que envolve presença de alma e ausência de ego.

D.C.B.

Guerra ou paz, uma escolha consciente

Aceitar não é concordar

Quando se fala em aceitar tudo como é, não significa concordar com tudo. Mas sim, permanecer em estado de paz e confiança, buscando uma conexão com a Fonte e aguardando que ela inspire em nós, no momento certo, uma ação que gere ou contribua com a mudança que ansiamos em relação a determinado assunto. Ou seja, uma ação inspirada e não reativa.

Para diferenciar uma ação inspirada de uma ação reativa, basta analisar que tipo de sentimento a motiva. Tal ação só será alinhada com a Fonte e trará os melhores resultados, se for baseada em sentimentos de altas frequências, como o amor, a compaixão, esperança, alegria entre outros. Mas se tal motivação surge como uma reação a algo que nos abala o ego, então ela é apenas uma atitude inconsciente cujos frutos terão a mesma frequência daquilo que se deseja combater.

D.C.B.

Créditos da imagem: Pixabay
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