pecado

Pecados e Karmas não são o que parecem

Quando você começa a aceitar, amar e agradecer a tudo que se manifesta em sua vida, abre as portas para um processo de limpeza daquilo que a cultura do "pecado" faz você entender como carmas, erros a serem corrigidos através da lei do retorno. A grande maioria desses "carmas" não requer "reparação", apenas consciência e transmutação em algo de frequência mais elevada, mas nunca em mais sofrimento, culpa ou punição. Não espere retornar à fila da roda de Samsara para decidir o que fazer para "reparar" o que acredita serem seus "erros".

Um dos maiores mestres que habitou este planeta veio nos trazer a mensagem de que os "pecados do mundo" estavam sendo eliminados. "Eis o cordeiro de Deus, aquele que tira todo o pecado do mundo". Ele quis dizer que a multidão de "pecados" que cada ser humano havia acumulado no decorrer de sua vida (ou a humanidade inteira no decorrer de sua existência física), poderia ser transformada em "perdão", ou seja, uma dissolução através do amor da Fonte Criadora, sem que para isso fosse necessário "pagar" com o sofrimento. Sua passagem foi apenas uma parte de um grande projeto de auxílio à ascensão da humanidade para níveis mais elevados. Ainda hoje esse mestre tem milhões de seguidores que nem sequer compreenderam sua palavra.

Essa mensagem vem mostrar que o Todo - o Pai - disponibilizou pequenos fragmentos de Si próprio - "à sua imagem e semelhança" e, portando, com o mesmo poder criador - , fazendo-os habitar a matéria densa para através deles, vivenciar temporariamente experiências de dupla polaridade. A isso podemos chamar de dualidade, a luz e a sombra, o bem e o mal, onde a possibilidade de escolha individual permite que cada fragmento tenha experiências que resultem em sensações diversas. Porém, sendo a Fonte de uma polaridade unicamente positiva, tudo aquilo que não estiver alinhado com ela, é uma ilusão e, portanto, traz a sensação de sofrimento. Mas ainda assim, cada fragmento continua conectado com o Todo, sem nunca deixar de ser a própria Fonte detentora de um poder que cria mundos.

Por sua natureza criadora, cada ser humano acaba por construir, através de suas próprias crenças, todos os tipos de prisões.

É por isso que o Todo não enxerga os atos humanos como erros e portanto, não precisa perdoar. Porém, o sistema de crenças às quais a humanidade está subordinada, a faz acreditar que o pecado existe. Mas tudo o que existe são experiências. A Fonte é puramente amor. Tudo aquilo que não está alinhado com o amor tende a trazer sofrimento. Mas basta retornar ao ponto original para acessar o campo das possibilidades infinitas. É ali que tudo pode ser transformado. Ali, onde tudo é Um.

Não há dissolução do sofrimento através de um culto cíclico e estéril à tortura. Bastaria que sua mensagem tivesse sido compreendida uma única vez.

É hora de despertar. Quebre o sistema.

Autoria: D.C.B.
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O julgamento final

E no fim de sua vida, todos os seus julgamentos em relação aos outros, de bom ou ruim, certo ou errado, belo ou feio, justo ou injusto, pecado ou virtude, entre outros, todos eles serão mostrados numa imensa tela. 


E então você tomará ciência de que todos esses julgamentos serão entregues aos destinatários. E ao fechar a tela, você será colocado numa sala para presenciar a distribuição da justa sentença. 
Mas tal será a surpresa, que ao adentrar a sala, nada mais haverá além de um grande espelho. Onde estão os outros? - você perguntará surpreso.


Então uma voz misericordiosa dirá: os outros não existem. 
Tudo o que sai de você, a você retorna. Pegue sua bagagem e siga com ela para sua próxima morada. E quando estiver cumprindo cada uma de suas sentenças, sejam elas agradáveis ou não, lembre-se de olhar para as pessoas como se elas fossem o seu próprio espelho. Porque realmente são. Apenas observe e as ame tal qual se manifestam à sua frente.


Um dia, você estará tão cansado de carregar tamanho peso, que começará a aceitar tudo como é. Nesse momento você será livre.


D.C.B
Publicado Originalmente em 26/02/2019 no meu perfil pessoal do Facebook
Créditos de imagem: Pixabay
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